1º Capítulo – a canoa furada e a oração

Domingo de Páscoa chegando, momento de reflexão. Momento de agradecer a Deus pelo Dom da Vida. A partir de hoje vou postar semanalmente um texto contando como Deus tem agido em minha vida, desde a Canoa Furada. Minha novela da vida real começa justamente pela Canoa Furada: Era uma tarde de sol quando eu e o meu amigo Marcelo fomos pescar traíras, no rio Colorado. Naquela tarde, a água estava calma, conforme constatamos logo que chegamos à beira do rio Colorado. Para sorte nossa havia uma canoa, dando sopa, na beira do rio. A canoa pode ser ágil e veloz, depende muito do remo utilizado e da competência do remador. A canoa estava disponível, porém, não havia um remo para guiá-la. O Marcelo, então, rapidamente, improvisou como remo uma taquara comprida. A pescaria ia bem até que, repentinamente, o tempo mudou. Uma grande tempestade se aproximava. Com a intensa ventania, começou a entrar água na canoa e, nenhum de nós dois sabia nadar. O céu escureceu rapidamente. Ficou carrancudo. Ao longe dava para ver a chuva torrencial que se formava e, se aproximava, velozmente, ao som do vento forte que balançava os arbustos que nos cercavam. Se o vento continuasse com aquela força desproporcional, fatalmente, arrastaria a canoa. Eu caí no desespero e comecei a gritar com o meu parceiro, na intenção de sair dali. O meu amigo, parecendo mais veterano do que eu, pedia calma: – Cala a boca, guri, não me deixa nervoso! Gritar não resolve. Eu parei de gritar e comecei a rezar. A gente sempre reza quando as coisas não estão como queremos. Não sei como explicar, mas o improvável aconteceu. Como que por encanto, a tempestade parou e, no céu, até então escuro, formou-se um lindo arco-íris. Depois que a gente reza para resolver uma situação adversa e, a situação é resolvida, costumamos dizer que o Milagre aconteceu. Pois, ali, aconteceu. A coragem do Marcelo, a fé colocada em minha oração e, a presença do arco-íris, símbolo do pacto de Deus com Noé, modificou um ambiente, completamente, hostil. Os ventos cessaram, a chuva parou de cair e, a canoa sem remo, atracou na barranca da margem. O Deus da minha fé, sempre gostou de pescadores e de crianças, por isso, eu creio que Ele estava lá, ouviu as minhas preces, verificou as nossas necessidades, encorajou o meu parceiro, providenciou o remo, conduziu a nossa frágil canoa, nos colocou na margem e, nos salvou. (O texto na íntegra está no livro Aventuras de um desconhecido). No próximo capítulo, chegada em Porto Alegre sem dinheiro e sem emprego.

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